Informo neste momento com grande pesar o fim de um ciclo.
Tá, nem tanto pesar assim, mas morreu.
Foi agonizando aos poucos, e parece que não tem volta.
Este blog morreu.
Talvez seja informado em breve o local e horário do funeral; enquanto isso chamarei as carpideiras e prepararei o velório, e tratarei de contratar uma banda para alegrar os chorosos.
Condolências...
Se, por acaso, algum dia, essa energia voltar à vida, virá sob outra forma...ou outro endereço cibernético.
Blog para divulgação do meu trabalho com customização de camisetas, pinturas em tela e afins. Contato: aretusa.bb@hotmail.com
Vincent Van Gogh

Starry night - Van Gogh
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Orfeu
Esta tela foi pintada em acrílico, e representa o mito de Orfeu. Segundo a tradição, o músico poderia calar rios e animais com a melodia de sua lira, mas triste sorte o aguardara. D'O livro de ouro da Mitologia de Thomas Bulfinch ( Ediouro), retirei o seguinte texto:
Muito cedo, porém, volve os olhos
Orfeu E de novo ela cai, e de novo morreu!
Como conseguirás as três Parcas domar?
Crime não houve teu, se não é crime amar.
E, agora, debruçado sobre os montes,
Junto à água das fontes
Ou onde o Hebro abre seu caminho
Orfeu chora sozinho
E, em luto e em pranto, invoca a alma querida,
Para sempre perdida!
Agora, todo em fogo, clama, ardente,
Sobre a neve do Ródope imponente,
E ei-lo, furioso como o vento, voa
E, em torno, o ardor da bacanal ressoa.
Está morrendo, vede, e a amada canta,
Seu nome vem-lhe aos lábios, à garganta.
"Eurídice", a palavra derradeira.
"Euridice", dizem as matas,
"Eurídice", as cascatas.
Repete o nome a natureza inteira.
História linda, triste, e que permanece após séculos de História.
Muito cedo, porém, volve os olhos
Orfeu E de novo ela cai, e de novo morreu!
Como conseguirás as três Parcas domar?
Crime não houve teu, se não é crime amar.
E, agora, debruçado sobre os montes,
Junto à água das fontes
Ou onde o Hebro abre seu caminho
Orfeu chora sozinho
E, em luto e em pranto, invoca a alma querida,
Para sempre perdida!
Agora, todo em fogo, clama, ardente,
Sobre a neve do Ródope imponente,
E ei-lo, furioso como o vento, voa
E, em torno, o ardor da bacanal ressoa.
Está morrendo, vede, e a amada canta,
Seu nome vem-lhe aos lábios, à garganta.
"Eurídice", a palavra derradeira.
"Euridice", dizem as matas,
"Eurídice", as cascatas.
Repete o nome a natureza inteira.
História linda, triste, e que permanece após séculos de História.
domingo, 12 de junho de 2011
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